Os 88 passageiros do “World Voyager” que embarcaram no Porto do Funchal na passada quinta-feira, estão neste momento de visita às nove  ilhas dos Açores para no final, regressarem ao porto de partida, no próximo dia 24 de junho.

É o segundo cruzeiro pelas ilhas portuguesas, uma rota que tem vindo a despertar interesse junto dos agentes de viagens.

A primeira escala deste navio de luxo na Madeira, serviu não só para de alguma forma marcar a retoma da atividade que os especialistas dizem “vai ser lenta e gradual”, mas sobretudo, para testar o protocolo e diversos procedimentos adotados pela APRAM, S.A.

Os passageiros, os que desembarcaram na Madeira, tal como os que embarcaram para este segundo cruzeiro, tiveram a possibilidade de fazer algumas visitas na ilha, no chamado sistema de bolha, ou seja, em excursões organizadas ou pelo navio ou pelo operador e onde os contactos com a população local são excluídos ou minimizados. De outra forma, os passageiros ou tripulantes não podem sair do navio.

Outro dos procedimentos é para quem vai a bordo, seja passageiro ou tripulantes, que tem obrigatoriamente de fazer um teste antigénico, mesmo que já tenha sido vacinado ou traga um teste PCR feito nas últimas 72 horas.

Esta é uma das diretrizes da CLIA, a maior associação de armadores de linha de cruzeiros do mundo, que tem sido adotada nas operações de cruzeiro que já decorrem. O objetivo é evitar ao máximo que o vírus possa entrar a bordo.

O “World Voyager” entrou em funcionamento em plena pandemia. Com capacidade para 200 passageiros e 100 tripulantes, tem 126 metros de comprimento, 19 metros de largura e 4,7 metros de calado. Pertence à empresa “Mystic Cruises”, de Mário Ferreira e custou 70 milhões de euros.

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