A paragem do “World Voyager” nas Ilhas Desertas vem de encontro ao interesse e procura que esta área protegida, desde 1988, tem despertado nos estrangeiros, mas também nos madeirenses.

Em 1988, o Governo Regional quis proteger estas ilhas, de modo a preservar a pequena colónia de lobos-marinhos. Por isso, desde essa altura, há uma vigilância permanente, por parte do Corpo de Vigilantes da Natureza.

As Desertas são reconhecidas pelo seu importante património natural e pelo trabalho em prol da conservação da natureza que levaram, em 1992, o pequeno arquipélago a ser classificado como reserva biogenética pelo Conselho da Europa. Em 1995 foi classificado reserva natural.

Em março de 2014, as Desertas receberam o Diploma Europeu do Conselho da Europa, juntando-se assim às ilhas Selvagens, ficando Portugal com duas áreas protegidas reconhecidas pelo Conselho da Europa, na Região Autónoma da Madeira.

As Desertas integram também a Rede Natura 2000 como Zona Especial de Conservação e Zona de Proteção Especial.

O Ilhéu Chão, a Deserta Grande e o Bugio constituem as Ilhas Desertas, onde também se podem encontrar alguns ilhéus adjacentes e toda uma área marinha envolvente até à batimétrica dos 100 metros.

A paisagem e a biodiversidade fazem destas ilhas autênticos paraísos ambientais. As embarcações marítimo-turísticas têm visitas programadas ao local que incluem uma visita guiada. Mas, o grande prazer é mesmo mergulhar nas águas cristalinas das Desertas.

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